Author Archives: Atlantida

Doe vida!

Todos estão convidados a participar da Campanha de Doação de Sangue do Secovi Rio em parceria com o Hemorio a ser realizada dia 18 de dezembro – quarta-feira, de 10h às 15h. A campanha acontece uma semana antes do Natal e é uma ótima oportunidade de encerrar o ano sendo solidário e salvando vidas.

Para participar é muito simples. Basta vir até o Secovi Rio e passar pela triagem inicial. Sendo aprovado, o voluntário é encaminhado para a coleta, feita por profissionais capacitados, utilizando sempre materiais descartáveis. O procedimento completo não dura mais do que uma hora e ao final o voluntário ainda recebe um delicioso lanche.

Sua doação de sangue ajuda a garantir a sobrevivência e o bem-estar de muita gente. Dependem desse gesto de altruísmo as vidas de centenas de pessoas – entre vítimas de acidentes, pacientes de cirurgias complexas ou portadores de doenças como, hemofilia, leucemia e anemia.

Quem pode doar

O doador precisa estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 50kg, ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas, estar alimentado e não ter ingerido gordura nas 4 horas que antecedem a doação, além de apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial.

Esperamos por você!

Secovi Rio

Demissão por whatsapp

O uso das redes sociais está cada vez mais freqüente, fazendo-se presente também no ambiente de trabalho, desde horas extras, plantões, conferências, até variadas histórias de rescisão contratual.

A demissão sem justa causa pelo whatsapp tem sido palco de muitas notícias.

Neste artigo vamos conhecer dois casos em que os empregados entraram na justiça por terem sido demitidos pelo aplicativo.

No primeiro caso o juiz do Trabalho substituto Celso Alves Magalhães, da 3ª vara do Trabalho de Uberlândia/MG, negou pedido de indenização por danos morais de um empregado que foi dispensado via mensagens no WhatsApp.

Após ser mandado embora de uma empresa de instalação de ar condicionado, o homem requereu na Justiça ao pagamento de verbas rescisórias e, também, indenização por danos morais, pois o fato ocorreu diante mensagens no aplicativo.

Ao julgar o caso, o juiz entendeu que a dispensa se deu sem o pagamento das verbas devidas e entrega da documentação relativa à rescisão contratual.

Porém, em relação aos danos morais, o magistrado ressaltou que o acontecimento representou meros aborrecimentos cotidianos na rotina de qualquer trabalhador.

“O dano moral pressupõe dor, vexame, sofrimento ou humilhação que, fugindo da normalidade, interfira intensamente no comportamento psicológico do indivíduo, causando-lhe aflição, angústia e desequilíbrio em seu bem-estar.”

Para ele, a dispensa por meio do WhatsApp não gera danos morais, pois o fato não foi exposto à terceiros. E, como o autor já teria cobrado pagamento de salário por meio do aplicativo, o fato “abriu brecha para ser dispensado pela mesma via”.

Julgando, assim, improcedente o pedido de indenização por danos morais.

No segundo caso a juíza da 19ª Vara do Trabalho do Distrito Federal condenou uma empresa do ramo hospitalar a pagar R$ 10 mil (dez mil reais) de indenização por danos morais a uma instrumentadora cirúrgica. Ela foi demitida por meio de um grupo de trabalho no aplicativo whatsapp.

Para a juíza Maria Socorro de Souza Lobo, foi “vexatória” a forma pela qual ela foi demitida, causando sua exposição e submetendo-a a “constrangimentos perante seus colegas”.

Para o consultor empresarial Yuri Trafane, a demissão deve ser feita em um local apropriado. “Faça isso pessoalmente, uma conversa serena, tranqüila, objetiva. Mas, nunca por telefone, email, Whatsapp. Nenhum outro instrumento, nenhuma outra ferramenta é válida”, explica o especialista.

Os cuidados quanto a demitir por whatsapp

Segundo Marco Aurélio Dantas, especialista em Direito do Trabalho, os empregadores precisam ter cuidado com as abordagens através das redes sociais. “A informalidade na demissão por whatsapp e outros aplicativos de comunicação pode ser interpretada como um desrespeito à dignidade humana do trabalhador, ” disse.

Completou ainda que “para diminuir o risco de condenações por dano moral e, conseqüentemente, o custo com indenizações, é recomendável uma conversa pessoal, tranqüila e reservada no momento da demissão.”

Ele alerta para a importância de um cuidado redobrado por parte dos departamentos de RH e empregadores. Além disso, reforça que fazer a demissão em presença física é o melhor modo, mas que se for impossível e o único modo for por algum aplicativo, então que seja evitado a exposição da situação para terceiros, ou seja, jamais fazer a demissão através de um grupo.

Comprar ou alugar um imóvel? Especialistas dizem que momento é favorável à aquisição

Comprar ou alugar um imóvel, eis a questão. Ao pensar sobre um cantinho para chamar de lar, tal dúvida paira sobre a cabeça de muitos que têm a possibilidade financeira de fazer uma ou outra escolha. Enquanto os defensores da casa própria argumentam que a aquisição do bem é o melhor investimento que se pode fazer na vida, aqueles que preferem a locação advogam a favor do gasto mais modesto com moradia e da sensação de não estar preso a um local de residência. Especialistas consultados pelo EXTRA dizem que a decisão deve ser tomada com base em vários fatores, como o momento de vida. Portanto, não há regra. Contudo, o momento é favorável para a compra, já que a queda dos juros para o crédito imobiliário vem facilitando as condições de financiamento.

Dados do Sindicato da Habitação (Secovi Rio) indicam que o valor do metro quadrado para venda de imóveis no Rio de Janeiro caiu em todas as regiões da cidade nos últimos 12 meses. Por outro lado, o preço para aluguel subiu nas zonas Oeste e Sul, ainda que a variação não tenha sido expressiva. De acordo com o vice-presidente do Secovi RioLeonardo Schneider, isso é reflexo do aumento da procura por locação e da conseqüente diminuição da oferta de unidades vazias. Para quem tem interesse em comprar, o alto estoque de imóveis ainda disponíveis para comercialização segura os preços em um patamar mais baixo.

– Essa redução dos preços e os juros declinantes têm tornado a compra uma opção mais atrativa – opina o professor de Economia e Finanças do Ibmec Tiago Sayão.

– Antes, adquirir um imóvel financiado tinha um custo muito elevado. Hoje, por conta das taxas menores, os financiamentos imobiliários estão mais competitivos que o valor do aluguel – completa Schneider.

Vantagens e desvantagens

Além da disponibilidade econômica para fechar negócio, é preciso analisar outras questões. Comprar um imóvel é um passo que deve ser dado por quem já está com a vida mais estabilizada e tem certeza de que quer fixar moradia em determinado lugar.

– Se a pessoa está fazendo uma mudança de bairro, cidade ou trabalho, a recomendação é que ela não faça a aquisição antes de ter a experiência de morar no local, para poder entender como é a dinâmica das redondezas – orienta o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Claudio Hermolin: – A vantagem do aluguel é a mobilidade. Na dúvida, pode-se experimentar como é viver ali. O ponto negativo é a incerteza em longo prazo. Há risco de o proprietário querer o imóvel a qualquer momento ou pedir um preço que o locatário não pode pagar. Para quem tem filhos ou é idoso, a mudança pode não ser tão fácil. Tudo isso tem que ser ponderado.

Negociação com os bancos

Ao optar pela compra, o primeiro passo é fazer uma simulação de financiamento – a maioria dos bancos permite que essa consulta seja realizada online – e analisar qual instituição financeira oferece condições melhores.

– Na negociação direta com o banco, a simulação pode ser usada como instrumento de barganha. É importante que o interessado na aquisição se informe sobre o custo efetivo total do financiamento. Não basta olhar os juros. Deve-se sempre comparar também outras taxas que incidem sobre os valores, que variam de instituição para instituição – aconselha Tiago Sayão.

Para Claudio Hermolin, devido aos recentes cortes nas taxas de juros, a compra do imóvel financiado se tornou vantajosa até para quem tem o dinheiro para fechar o negócio à vista. Assim, é possível guardar parte dos recursos para emergências.

FONTE: Jornal Extra


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