Categoria: Compra e Venda

5 dicas para escolher o imóvel ideal

Escolher um imóvel é uma grande responsabilidade, por se tratar de um momento muito importante na vida de todos. Seja para alugar ou comprar, o interessado deve prestar atenção a alguns pontos que podem fazer uma grande diferença em seu dia a dia.

Para que a experiência na hora de escolher seu novo lar seja a melhor possível, separamos 5 dicas de questões que devem ser consideradas na hora de tomar esta decisão tão importante. Confira:

  • A localização provavelmente será o primeiro fator a ser levado em conta. Procure um bairro que esteja dentro de sua margem financeira e que atenda às suas necessidades. Veja as possibilidades e faça uma triagem, buscando informações sobre serviços oferecidos, facilidades, transporte disponível, segurança e opções de lazer na vizinhança.
  • Ao achar um imóvel, visite-o em diferentes horários. Além disso, procure entrar em contato com vizinhos, funcionários e o síndico do condomínio, para buscar mais detalhes sobre os arredores e sobre o empreendimento.
  • Fique atento à infraestrutura do prédio ou condomínio e à do imóvel. É essencial que uma vistoria seja feita, para identificar possíveis problemas, como infiltrações e vazamentos. A rede hidráulica e elétrica também devem ser conferidas. E, em relação à estrutura geral, é importante ter certeza se o condomínio possui vagas de garagem, playground, piscina, academia e outras facilidades e ambientes nas áreas comuns que podem influenciar em seu dia a dia.
  • Verificar se o imóvel possui armários com antecedência também é indicado, uma vez que eles podem ser um ponto positivo na negociação. Caso o imóvel já os tenha, confira seu estado de conservação. Abra as portas e analise se há a presença de cupins no móvel. Se o imóvel não os tiver, é indicado que, ao visitá-lo, se tire as medidas para que possa comprar a mobília com antecedência.
  • Ao visitar o imóvel, também é importante verificar sobre a incidência de sol. Isso fará toda diferença ao longo do tempo, dependendo de qual horário o sol bate e se ele fica muito quente. Abra as janelas! Assim, você poderá ver se seu novo lar é ventilado, qual a vista, o que tem ao seu redor e como é a vizinhança.

Senado aprova texto-base de projeto que aumenta multa para quem desiste de imóvel na planta

O Senado aprovou nesta terça-feira (20) o texto-base do projeto que permite a aplicação de uma multa maior para quem desiste da compra de um imóvel na planta, o chamado “distrato”.

Em julho, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado rejeitou a proposta. O texto foi enviado ao plenário e recebeu emendas (sugestões de alteração) ao projeto.

O texto-base aprovado pelos senadores nesta terça tem o mesmo conteúdo da versão aprovada pela Câmara em junho deste ano.

Os senadores ainda precisam analisar as emendas ao projeto, o que deve ocorrer nesta quarta-feira (21). Se as modificações forem aprovadas, o texto retorna à Câmara. Caso contrário, seguirá à sanção presidencial.

Defensores da proposta dizem que o texto dará maior “segurança” ao setor de construção de imóveis, que tem enfrentado crise e fechamento de postos de emprego.

O projeto

Atualmente, as construtoras ficam com 10% a 25% do valor pago por quem desistiu da compra do imóvel da planta.

O projeto permite uma multa maior. Se o comprador desistir do negócio ou parar de pagar as prestações do imóvel, a construtora ou empresa responsável pela obra, vai ficar com até 50% do dinheiro pago pelo comprador.

Essa mudança vale para os imóveis do chamado regime do patrimônio de afetação. Ou seja, aqueles imóveis que não estão registrados como patrimônio da construtora, que abre uma empresa com CNPJ e contabilidade próprios para administrar o empreendimento.

A maioria dos contratos no país, hoje, é nessa modalidade.

Quando os imóveis estiverem no nome da construtora, a multa terá um limite menor: de até 25%.

O projeto também legaliza a tolerância de seis meses de atraso para as construtoras entregarem os imóveis sem pagar multa para o comprador.

Transparência

Uma das emendas que deve ser analisada nesta quarta-feira tem o objetivo de estabelecer que os contratos de compra de imóveis apresentem um quadro-resumo com as principais informações da aquisição. O objetivo é dar mais clareza a esses documentos.

FONTE: G1, por Gustavo Garcia

 

 

Leilões de imóveis dão descontos generosos para tentar driblar crise

O mercado imobiliário ainda não se recuperou da crise econômica e precisa vender. Por isso, os leilões de imóveis estão dando descontos generosos e podem ser uma boa oportunidade de negócio.

Vendido. O martelo é simbólico. O leilão é todo na internet e entrou na onda do Black Friday, a temporada de descontos. É assim que os bancos querem se livrar dos imóveis retomados de inadimplentes e encalhados.

“Além do desconto de 30%, tem a opção de pagamento com financiamento até 35 anos, todos os débitos pagos do imóvel até a data do leilão, e quem comprar vai ganhar 100 mil pontos no programa de recompensas do banco”, diz o leiloeiro Henri Zylberstajn.

Henri é um dos cinco leiloeiros encarregados de vender mil imóveis que foram retomados por um banco. Para comprar um imóvel num leilão, basta um celular. Dá para escolher a casa ou o apartamento, fazer o lance, e, em alguns casos, arrematar na hora. Mas os compradores não estão com essa pressa toda. E o motivo é esse aqui: tem ofertas demais no mercado. Quem busca um imóvel pode ter calma e paciência para achar aquela pechincha imperdível.

É o que está fazendo um casal interessado em comprar um imóvel para investir. Eles se interessaram por um pequeno apartamento com 30% de desconto sobre o valor de mercado. Eles gostaram, mas vão pensar bem antes. “É como garimpar. Você tem que procurar, você tem que avaliar, tem que pesquisar bastante. Não dá para ser uma compra simples, só ‘olhei o imóvel e gostei’”, afirma a fonoaudióloga Lilian Fiori.

O especialista em leilões de imóveis Clécio Rocha explica que essa liquidação de imóveis é resultado da crise econômica. “As pessoas perderam empregos, perderam renda, não conseguem honrar os contratos de financiamento. Ou seja, os bancos recuperaram muitos imóveis e eles não conseguem vender, porque realmente as pessoas não têm crédito, as pessoas necessitam do crédito para comprar e não conseguem obter esse crédito”, diz.

Apesar das ofertas tentadoras, muitas casas e apartamentos não recebem nenhum lance. Um alerta: em muitos imóveis, os compradores originais ainda moram lá. E a negociação para que saiam pode durar uns seis meses. Para compensar, os bancos oferecem os maiores descontos.

Só a Caixa Econômica Federal tenta se livrar de um estoque de 28 mil casas e apartamentos. Mais de mil com descontos de até 70%. Os leilões já estão acontecendo também na internet.

É a liquidação da liquidação para fazer com que o martelo, mesmo que seja apenas virtual, seja batido.

Fonte: Jornal Nacional, 19/11/18


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