Categoria: Compra e Venda

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Quais são os documentos necessários para a compra de imóveis?

A casa própria é o sonho de muitas pessoas, e, para realizá-lo, é necessário muito planejamento e cuidado, especialmente em relação à documentação exigida durante o processo de fechar negócio.

A análise dos documentos exigidos é uma das etapas para que a negociação siga em frente, e, por isso, é fundamental para garantir a segurança e tranquilidade para os envolvidos. Para ajudar a diminuir as dores de cabeça com a burocracia, separamos algumas dicas para quem está comprando um imóvel e ainda não sabe como lidar com a questão da documentação. Confira!

A lista de documentos pode sofrer algumas pequenas variações, dependendo do lugar do país, mas, em geral, o primeiro passo é que o comprador busque verificar a situação legal do imóvel. Os documentos devem estar atualizados, com emissão de até 30 dias antes de lavrar a escritura, devido a sua curta validade. Além disso, é preciso se atentar ao ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis), que deve estar quitado.

Normalmente, os documentos necessários do vendedor, são:

  • RG e CPF;
  • Certidão de casamento ou união estável com regime de bens, se houver;
  • Certidões negativas (principais): de protestos, de ações cíveis e criminais, de execuções fiscais estadual e municipal, de quitação de tributos federais, de ações trabalhistas e de interdição, tutela e curatela. Estas certidões garantem que o vendedor não tem dívidas tributárias, trabalhistas, não estão sendo processados e não estão interditados judicialmente.

Em relação aos documentos do imóvel, temos o seguinte:

  • Matrícula atualizada: solicitada no cartório de registro de imóveis, com uma certidão de ônus reais, para verificar se o imóvel não está sendo afetado por uma ação;
  • Certidão de situação fiscal/IPTU: obtida na Prefeitura, mostra se o imóvel tem alguma dívida municipal, como o IPTU;
  • Habite-se: também obtido na Prefeitura, é o documento que comprova que o imóvel é habitável;
  • Declaração de inexistência de débitos condominiais: em casos de imóveis em condomínios, este documento pode ser pedido ao síndico ou à administradora, para atestar que a sua situação é regular.

O comprador deve fornecer os seguintes documentos:

  • Cópias do RG, CPF, certidão de estado civil e comprovantes de renda atualizados;
  • Certidão de quitação de tributos federais: para comerciantes;
  • Certidões negativas: Justiça Federal, ações cíveis, executivos fiscais, protestos de títulos, débitos CND/INSS, interdição, tutela e curatela, e dívida ativa na União, se for comerciante.

Para não ter dores de cabeça e preocupações durante o processo de compra e venda de um imóvel, conte com o apoio e a expertise da Atlântida. Estamos no mercado imobiliário há quase 50 anos, oferecendo serviços de qualidade e uma equipe altamente especializada e capacitada.

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Entenda os índices financeiros na hora de comprar um imóvel

Ao adquirir um imóvel, é essencial que os índices financeiros aplicados estejam claros para todos os envolvidos. Eles representam uma análise da situação financeira de uma determinada categoria, de acordo com os fatores que a influenciam.

No post de hoje, separamos os principais índices envolvidos nas transações do mercado imobiliário que precisam ser observados. Confira!

 

IPG-M – Índice Geral de Preço:

Este índice, que é calculado pela FGV e divulgado ao final de cada mês, geralmente é utilizado para correção de contratos de aquisição de imóveis e de locação, aplicado sobre as parcelas com vencimento após o período de obras do empreendimento e que sejam devidas à incorporadora diretamente.

Vale lembrar que os contratos de locação de imóveis possuem cláusulas de reajuste anual. Sendo assim, o proprietário deve se atentar ao percentual utilizado para correção, que é o acumulado nos últimos 12 meses, e não o disponibilizado mensalmente. Para que não restem dúvidas, é indicado que um advogado especialista em direito imobiliário seja consultado antes da assinatura de qualquer contrato.

 

  • CUB – Custo Unitário Básico da Construção Civil:

Este é um dos mais específicos para atualizar os contratos de imóveis que ainda estão em fase de construção, servindo como mecanismo de reajuste de preços na compra e venda de imóveis que ainda não estão prontos.

Ele é calculado mensalmente pelos Sindicatos da Indústria da Construção Civil em todo o Brasil, e determina o custo global da obra para fins de cumprimento do estabelecido na lei de incorporações de edificações habitacionais em condomínios. Assim, assegura aos compradores em potencial um parâmetro comparativo aos custos reais.

 

  • INCC – Índice Nacional de Custo da Construção:

Este indicativo analisa a evolução dos custos de construções habitacionais, e é utilizado, normalmente, para correção dos contratos de compra de imóveis, aplicado durante o período de construção.

O INCC também foi criado pela FGV, visando mensurar as variações nos custos de construções no Brasil, sendo, assim, o primeiro índice oficial de custos na construção civil. Ele é calculado baseado nos preços pesquisados em algumas das capitais brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília.

 

De automóvel a… imóvel

Você aceita dar seu carro para pagar parte ou até mesmo todo o valor da entrada de um imóvel? Então saiba que este recurso tem sido cada vez mais usado por imobiliárias e construtoras. A vantagem deste negócio, explicam especialistas, é que o interessado não precisa ter todo o valor da entrada em dinheiro, já que o veículo será usado na negociação – com avaliação de até 90% pela tabela Fipe.

Na Sawala Imobiliária, por exemplo, houve uma alta de 30% nas vendas de imóveis novos e usados após a empresa passar a aceitar o carro na negociação.

– Muita gente tem optado por deixar o carro em casa. Com a facilidade dos aplicativos, o automóvel está ficando em segundo plano. Então, encontramos uma forma de o cliente conquistar o imóvel e ainda fazer um bom negócio com o carro – conta Marcio Cardoso, presidente da empresa.

A Avanço Realizações Imobiliárias também aceita carro como entrada com avaliação de até 90% da tabela Fipe. No caso do empreendimento Seleto Residencial, em Olaria, além do veículo, a entrada é parcelada em três vezes e o interessado ainda poderá usar o FGTS para completar.

VAI UMA BIKE ELÉTRICA?

A construtora também aceita o carro na negociação de unidades de dois quartos do Now Smart Residence Lafayette, lançado recentemente na Vila da Penha.

O condomínio terá 112 unidades, entre apartamentos e coberturas lineares e dúplex, com varandas tecnológicas, lazer completo, incluindo bicicletas elétricas no condomínio, segurança 24 horas e boxes.

Alta de 20% nesta modalidade

De acordo com Sanderson Fernandes, diretor da Avanço, nos últimos três meses foram mais de dez carros negociados.

– É uma ação que dá certo porque viabiliza a compra e evita que o interessado tenha que botar ainda mais recursos na entrada do imóvel – comenta ele.

Outra construtora que também adota a estratégia é a Azul Construções. A empresa aceita o carro na venda do Residencial Nova Califórnia, em Campo Grande, e do condomínio Royal Blue, em Bangu, que tem unidades a partir de R$ 169 mil.

– Registramos uma alta de 20% nas vendas com uso do carro. Com certeza é um diferencial, pois permite ao cliente comprar sua casa própria sem precisar se descapitalizar – afirma Mariana Marques, diretora da construtora.

A Calçada também aceita veículos como entrada de um imóvel há algum tempo. No Engenho de Dentro, é possível comprar e dar o carro como entrada em um apartamento no condomínio Unique Stadio Residencial (unidades de dois e três quartos, a partir de R$ 369 mil). E, na Grande Tijuca, no Aquarela Carioca Clube Condomínio (também dois e três quartos, a partir de R$ 439 mil).

– Com essa estratégia, ajudamos o cliente na tomada de decisão de compra. Mas, para isso, existem algumas regras. A avaliação é feita por uma concessionária de veículos parceira, e dependendo do estado e do ano do veículo, podemos pagar até 90% da tabela FIPE. Este valor é direcionado para o pagamento da entrada do imóvel – comenta Bruno Oliveira, gerente de marketing da Calçada.

FONTE: Extra


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