Categoria: Compra e Venda

De automóvel a… imóvel

Você aceita dar seu carro para pagar parte ou até mesmo todo o valor da entrada de um imóvel? Então saiba que este recurso tem sido cada vez mais usado por imobiliárias e construtoras. A vantagem deste negócio, explicam especialistas, é que o interessado não precisa ter todo o valor da entrada em dinheiro, já que o veículo será usado na negociação – com avaliação de até 90% pela tabela Fipe.

Na Sawala Imobiliária, por exemplo, houve uma alta de 30% nas vendas de imóveis novos e usados após a empresa passar a aceitar o carro na negociação.

– Muita gente tem optado por deixar o carro em casa. Com a facilidade dos aplicativos, o automóvel está ficando em segundo plano. Então, encontramos uma forma de o cliente conquistar o imóvel e ainda fazer um bom negócio com o carro – conta Marcio Cardoso, presidente da empresa.

A Avanço Realizações Imobiliárias também aceita carro como entrada com avaliação de até 90% da tabela Fipe. No caso do empreendimento Seleto Residencial, em Olaria, além do veículo, a entrada é parcelada em três vezes e o interessado ainda poderá usar o FGTS para completar.

VAI UMA BIKE ELÉTRICA?

A construtora também aceita o carro na negociação de unidades de dois quartos do Now Smart Residence Lafayette, lançado recentemente na Vila da Penha.

O condomínio terá 112 unidades, entre apartamentos e coberturas lineares e dúplex, com varandas tecnológicas, lazer completo, incluindo bicicletas elétricas no condomínio, segurança 24 horas e boxes.

Alta de 20% nesta modalidade

De acordo com Sanderson Fernandes, diretor da Avanço, nos últimos três meses foram mais de dez carros negociados.

– É uma ação que dá certo porque viabiliza a compra e evita que o interessado tenha que botar ainda mais recursos na entrada do imóvel – comenta ele.

Outra construtora que também adota a estratégia é a Azul Construções. A empresa aceita o carro na venda do Residencial Nova Califórnia, em Campo Grande, e do condomínio Royal Blue, em Bangu, que tem unidades a partir de R$ 169 mil.

– Registramos uma alta de 20% nas vendas com uso do carro. Com certeza é um diferencial, pois permite ao cliente comprar sua casa própria sem precisar se descapitalizar – afirma Mariana Marques, diretora da construtora.

A Calçada também aceita veículos como entrada de um imóvel há algum tempo. No Engenho de Dentro, é possível comprar e dar o carro como entrada em um apartamento no condomínio Unique Stadio Residencial (unidades de dois e três quartos, a partir de R$ 369 mil). E, na Grande Tijuca, no Aquarela Carioca Clube Condomínio (também dois e três quartos, a partir de R$ 439 mil).

– Com essa estratégia, ajudamos o cliente na tomada de decisão de compra. Mas, para isso, existem algumas regras. A avaliação é feita por uma concessionária de veículos parceira, e dependendo do estado e do ano do veículo, podemos pagar até 90% da tabela FIPE. Este valor é direcionado para o pagamento da entrada do imóvel – comenta Bruno Oliveira, gerente de marketing da Calçada.

FONTE: Extra

5 dicas para escolher o imóvel ideal

Escolher um imóvel é uma grande responsabilidade, por se tratar de um momento muito importante na vida de todos. Seja para alugar ou comprar, o interessado deve prestar atenção a alguns pontos que podem fazer uma grande diferença em seu dia a dia.

Para que a experiência na hora de escolher seu novo lar seja a melhor possível, separamos 5 dicas de questões que devem ser consideradas na hora de tomar esta decisão tão importante. Confira:

  • A localização provavelmente será o primeiro fator a ser levado em conta. Procure um bairro que esteja dentro de sua margem financeira e que atenda às suas necessidades. Veja as possibilidades e faça uma triagem, buscando informações sobre serviços oferecidos, facilidades, transporte disponível, segurança e opções de lazer na vizinhança.
  • Ao achar um imóvel, visite-o em diferentes horários. Além disso, procure entrar em contato com vizinhos, funcionários e o síndico do condomínio, para buscar mais detalhes sobre os arredores e sobre o empreendimento.
  • Fique atento à infraestrutura do prédio ou condomínio e à do imóvel. É essencial que uma vistoria seja feita, para identificar possíveis problemas, como infiltrações e vazamentos. A rede hidráulica e elétrica também devem ser conferidas. E, em relação à estrutura geral, é importante ter certeza se o condomínio possui vagas de garagem, playground, piscina, academia e outras facilidades e ambientes nas áreas comuns que podem influenciar em seu dia a dia.
  • Verificar se o imóvel possui armários com antecedência também é indicado, uma vez que eles podem ser um ponto positivo na negociação. Caso o imóvel já os tenha, confira seu estado de conservação. Abra as portas e analise se há a presença de cupins no móvel. Se o imóvel não os tiver, é indicado que, ao visitá-lo, se tire as medidas para que possa comprar a mobília com antecedência.
  • Ao visitar o imóvel, também é importante verificar sobre a incidência de sol. Isso fará toda diferença ao longo do tempo, dependendo de qual horário o sol bate e se ele fica muito quente. Abra as janelas! Assim, você poderá ver se seu novo lar é ventilado, qual a vista, o que tem ao seu redor e como é a vizinhança.

Senado aprova texto-base de projeto que aumenta multa para quem desiste de imóvel na planta

O Senado aprovou nesta terça-feira (20) o texto-base do projeto que permite a aplicação de uma multa maior para quem desiste da compra de um imóvel na planta, o chamado “distrato”.

Em julho, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado rejeitou a proposta. O texto foi enviado ao plenário e recebeu emendas (sugestões de alteração) ao projeto.

O texto-base aprovado pelos senadores nesta terça tem o mesmo conteúdo da versão aprovada pela Câmara em junho deste ano.

Os senadores ainda precisam analisar as emendas ao projeto, o que deve ocorrer nesta quarta-feira (21). Se as modificações forem aprovadas, o texto retorna à Câmara. Caso contrário, seguirá à sanção presidencial.

Defensores da proposta dizem que o texto dará maior “segurança” ao setor de construção de imóveis, que tem enfrentado crise e fechamento de postos de emprego.

O projeto

Atualmente, as construtoras ficam com 10% a 25% do valor pago por quem desistiu da compra do imóvel da planta.

O projeto permite uma multa maior. Se o comprador desistir do negócio ou parar de pagar as prestações do imóvel, a construtora ou empresa responsável pela obra, vai ficar com até 50% do dinheiro pago pelo comprador.

Essa mudança vale para os imóveis do chamado regime do patrimônio de afetação. Ou seja, aqueles imóveis que não estão registrados como patrimônio da construtora, que abre uma empresa com CNPJ e contabilidade próprios para administrar o empreendimento.

A maioria dos contratos no país, hoje, é nessa modalidade.

Quando os imóveis estiverem no nome da construtora, a multa terá um limite menor: de até 25%.

O projeto também legaliza a tolerância de seis meses de atraso para as construtoras entregarem os imóveis sem pagar multa para o comprador.

Transparência

Uma das emendas que deve ser analisada nesta quarta-feira tem o objetivo de estabelecer que os contratos de compra de imóveis apresentem um quadro-resumo com as principais informações da aquisição. O objetivo é dar mais clareza a esses documentos.

FONTE: G1, por Gustavo Garcia

 

 


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