Categoria: Dicas

Caixa de correio inteligente

 

Diante de um cenário no qual as pessoas raramente estão em suas residências em horário comercial, as ocorrências de insucesso na entrega de encomendas são comuns em condomínios sem portaria. Com o objetivo de contribuir para que as encomendas cheguem às mãos de seus destinatários de forma cômoda e conveniente, os Correios oferecem a solução das caixas de correio inteligentes.

A solução consiste na distribuição de encomendas em caixas de correio automatizadas, sem que haja necessidade de presença do cliente ou preposto para recebimento. Dessa forma, os moradores podem retirar suas encomendas no próprio domicílio com mais comodidade, no horário que considerar mais conveniente.

Os condomínios interessados na solução podem adquirir os equipamentos no padrão recomendado pelos Correios diretamente de fornecedores previamente autorizados.

Como funciona

A entrega de encomendas nas caixas de correio inteligentes ocorre da seguinte forma:

PASSO 1: Quando houver encomendas destinadas a condomínios que aderiram a solução, o carteiro acessará o equipamento.

PASSO 2: Após escolher a dimensão do compartimento e selecionar a unidade habitacional à qual a(s) encomenda(s) se destina(m), o equipamento destravará um escaninho para que o carteiro deposite a(s) encomenda(s).

PASSO 3: Para retirar as encomendas, os moradores devem se identificar na caixa de correio inteligente. Após a identificação, o equipamento destravará o compartimento para que o morador retire as encomendas.

Observação: caso queira ser notificado por meio de mensagens SMS sobre a disponibilidade das encomendas para retirada, cadastre o número de telefone celular na página de rastreamento de objetos do site dos Correios.

Mais informações aqui.

Fonte: site dos Correios

Como a comunicação interna em um condomínio pode ajudar a construir uma gestão de sucesso

Gerir um condomínio não é uma tarefa simples. Os síndicos precisam de muita atenção e cuidado, já que são responsáveis pela administração dos bens dos condôminos. Os obstáculos são inevitáveis, uma vez que o gestor está lidando com moradores, funcionários e fornecedores, todos indivíduos com interesses diferentes, e que, muitas vezes, entram em conflitos.

Uma das principais causas para estes desentendimentos é a comunicação interna, que pode causar mal-entendidos entre os envolvidos no cotidiano condominial. Porém, se bem trabalhada, ela pode ser uma grande aliada para uma gestão bem-sucedida, construindo um ambiente agradável e contribuindo para o diálogo entre todos.

  • Assembleias condominiais: o momento da conversa ao vivo:

Elas são de grande importância, pois são os momentos em que os moradores podem se reunir para discutir o futuro do condomínio. Estes encontros, quando bem organizados e planejados, são um espaço para que todos possam expressar suas opiniões e dar sugestões de melhorias.

O síndico pode aproveitar este momento para conferir com os condôminos quais os melhores meios de comunicação entre si, que serão mais interessantes e úteis para todos.

Além disso, o gestor deve definir uma periodicidade para as assembleias, pois, ao fazê-lo, cada morador poderá se organizar com antecedência para participar e levar as questões mais importantes.

  • Não deixe de usar a tecnologia a favor do condomínio:

Em nosso dia a dia, a tecnologia está extremamente presente. As redes sociais, por exemplo, estão na palma de nossas mãos, em nossos smartphones. Então, por que não aproveitá-las?

O síndico pode montar um grupo no WhatsApp ou Facebook, de acordo com a preferência da maioria, para facilitar a comunicação. Assim, ela será mais dinâmica e prática. Neste grupo, podem ser postados lembretes sobre datas de encontros, regras, mudanças, fazer pronunciamentos urgentes, entre outras.

Porém, é essencial que exista um moderador e regras no grupo, para que se evite outras confusões, assuntos polêmicos que não dizem respeito à rotina do condomínio, correntes e outras questões que podem atrapalhar a convivência.

  • Os murais do condomínio não podem ser esquecidos:

Ainda que a tecnologia esteja presente e mereça receber sua devida atenção, também não podemos esquecer dos tradicionais murais dos condomínios. Eles devem ser instalados em pontos estratégicos de circulação dentro dos condomínios, como portões, hall de entrada e área de elevadores.

Os murais podem – e devem – ser aproveitados para a divulgação de notícias e outros conteúdos sobre o dia a dia do condomínio, como datas e fotos de eventos, pautas de assembleias, informações sobre o bairro ou cidade… as possibilidades são infinitas. Além disso, também podem ser utilizados para a divulgação de serviços prestados por moradores, prestigiando, assim, os que moram ali.

  • A boa e velha caixa de sugestões também é uma opção:

Para aqueles que quiserem dar opiniões, sugestões ou fazer alguma crítica anonimamente, a caixa de sugestões é uma excelente saída. Assim, os que não se sentirem à vontade para falar pessoalmente terão suas ideias ouvidas.

A caixa pode ficar disponível na portaria do condomínio ou em alguma outra parte das áreas comuns, que tenha um constante movimento de moradores, estimulando a participação de todos.

  • O seu condomínio já tem a sua própria Área do Cliente?

E, se sim, os condôminos já estão cientes e a utilizam?

Ainda se tratando da tecnologia, a Área do Cliente é uma excelente solução para facilitar a comunicação interna do condomínio, tornando-a ainda mais eficiente. Ela fica disponível no site da administradora, e, com um login e senha fornecidos, cada morador pode acessá-la.

Nela, os condôminos têm a seu dispor várias funções que tornam o dia a dia do condomínio mais tranquilo e organizado, como o mural de recados online, a agenda de eventos e manutenções, a agenda de reserva de áreas comuns e a emissão de 2ª via de boletos. Além disso, todos têm acesso aos documentos financeiros do condomínio, como recibos, extratos e balancetes, trazendo mais transparência e, consequentemente, confiança para a gestão vigente.

É essencial que o gestor tenha em mente que a comunicação é um ponto chave para uma boa convivência entre condôminos, gestores e colaboradores. Por isso, não deixe de investir e conscientizar a todos sobre a sua importância!

Photo by Sebastian Herrmann on Unsplash

Quais são os documentos necessários para a compra de imóveis?

A casa própria é o sonho de muitas pessoas, e, para realizá-lo, é necessário muito planejamento e cuidado, especialmente em relação à documentação exigida durante o processo de fechar negócio.

A análise dos documentos exigidos é uma das etapas para que a negociação siga em frente, e, por isso, é fundamental para garantir a segurança e tranquilidade para os envolvidos. Para ajudar a diminuir as dores de cabeça com a burocracia, separamos algumas dicas para quem está comprando um imóvel e ainda não sabe como lidar com a questão da documentação. Confira!

A lista de documentos pode sofrer algumas pequenas variações, dependendo do lugar do país, mas, em geral, o primeiro passo é que o comprador busque verificar a situação legal do imóvel. Os documentos devem estar atualizados, com emissão de até 30 dias antes de lavrar a escritura, devido a sua curta validade. Além disso, é preciso se atentar ao ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis), que deve estar quitado.

Normalmente, os documentos necessários do vendedor, são:

  • RG e CPF;
  • Certidão de casamento ou união estável com regime de bens, se houver;
  • Certidões negativas (principais): de protestos, de ações cíveis e criminais, de execuções fiscais estadual e municipal, de quitação de tributos federais, de ações trabalhistas e de interdição, tutela e curatela. Estas certidões garantem que o vendedor não tem dívidas tributárias, trabalhistas, não estão sendo processados e não estão interditados judicialmente.

Em relação aos documentos do imóvel, temos o seguinte:

  • Matrícula atualizada: solicitada no cartório de registro de imóveis, com uma certidão de ônus reais, para verificar se o imóvel não está sendo afetado por uma ação;
  • Certidão de situação fiscal/IPTU: obtida na Prefeitura, mostra se o imóvel tem alguma dívida municipal, como o IPTU;
  • Habite-se: também obtido na Prefeitura, é o documento que comprova que o imóvel é habitável;
  • Declaração de inexistência de débitos condominiais: em casos de imóveis em condomínios, este documento pode ser pedido ao síndico ou à administradora, para atestar que a sua situação é regular.

O comprador deve fornecer os seguintes documentos:

  • Cópias do RG, CPF, certidão de estado civil e comprovantes de renda atualizados;
  • Certidão de quitação de tributos federais: para comerciantes;
  • Certidões negativas: Justiça Federal, ações cíveis, executivos fiscais, protestos de títulos, débitos CND/INSS, interdição, tutela e curatela, e dívida ativa na União, se for comerciante.

Para não ter dores de cabeça e preocupações durante o processo de compra e venda de um imóvel, conte com o apoio e a expertise da Atlântida. Estamos no mercado imobiliário há quase 50 anos, oferecendo serviços de qualidade e uma equipe altamente especializada e capacitada.

Para mais informações, acesse: http://www.atlantida-adm.com.br/compra-e-venda/

 


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