Categoria: Locação

Por que confiar a locação do seu imóvel a uma administradora?

Não é segredo que imóvel vazio significa prejuízo para o proprietário. Por isso, quem tem uma casa ou apartamento disponível deve considerar alugá-lo para gerar uma renda extra e não deixá-lo parado. 

Nestes casos, ter o apoio de uma administradora de imóveis pode fazer uma grande diferença. Ao confiar seu imóvel a uma empresa do ramo, o proprietário tem algumas vantagens que não teria ao cuidar de todo o processo de locação por conta própria.

É aqui que entra nosso trabalho: com 50 anos de atuação na gestão de imóveis residenciais ou não-residenciais, a Atlântida oferece um suporte completo a proprietários e inquilinos, diminuindo dores de cabeça para ambas as partes. Entre os nossos diferenciais, nós destacamos:

  • A divulgação do seu imóvel será feita de maneira ampla e abrangente, nas principais mídias online e offline, como jornais, portais especializados do setor e, é claro, em nosso site.
  • Ajudamos na avaliação do valor do aluguel, com uma análise criteriosa, baseada em pesquisas técnicas do mercado e considerando diversos fatores, como o tipo de imóvel, seu estado de conservação, sua localização, entre outros.
  • Também analisaremos com cuidado os documentos e as garantias locatícia dos candidatos a inquilinos e seus fiadores, garantindo a sua segurança na hora de fechar negócio.
  • Mensalmente, elaboraremos e emitiremos o boleto de cobrança para cada inquilino, possibilitando o controle em relação aos recebimentos de aluguéis e taxas, além de acompanhar os inadimplentes. E o melhor: os inquilinos têm acesso à 2ª via deste boleto diretamente em nosso site.
  • O contrato de locação pode causar muitas dúvidas. Por isso, é nossa responsabilidade a sua formalização e constante revisão e atualização por profissionais especializados.
  • Nossos proprietários também têm total tranquilidade em relação ao estado de conservação dos imóveis na entrada e na saída dos inquilinos, uma vez que cuidados da vistoria, feita de maneira minuciosa.
  • Fazemos nossa prestação de contas mensalmente, com total transparência. Os valores creditados e debitados são discriminados um por um, e o repasse do aluguel é feito até o dia 10 de cada mês.
  • Também colocamos à disposição toda a infraestrutura do nosso Departamento Jurídico, composto por advogados com vasta experiência no mercado imobiliário, e que estão prontos para atender a todas as solicitações de inquilinos e proprietários.
  • Além de tudo isso, nossos clientes ainda contam com o Atlântida Net, uma completa plataforma do mercado que funciona como um site do seu imóvel, onde todas as informações como saldos, extratos, contas a pagar e cadastros são disponibilizadas de forma exclusiva a cada proprietário.

As vantagens de disponibilizar seu imóvel para locação através de uma administradora são muitas! Facilite o seu dia a dia. Conheça as vantagens da locação na Atlântida: atlantida-adm.com.br/locacoes/

Com juros baixos, alugar imóvel volta a ser opção atrativa

Investimento conservador que costuma fazer especialistas torcer o nariz, a aquisição de um imóvel para alugar ficou mais atrativa na comparação com outros ativos de renda fixa desde que as taxa de juros caíram para patamares mínimos históricos.

O mesmo não é dito quando o assunto é a poupança, que ainda domina as aplicações. É uma questão matemática: com a Selic a 6,5%, o ganho bruto mensal de investimentos em renda fixa tradicional é de 0,47%. Na poupança, o rendimento é de 70% da Selic, ou 0,37%. É percentual semelhante ao 0,4% a 0,5% obtido por um proprietário que deseja alugar um imóvel. O cálculo é feito com base no valor de avaliação da propriedade: um apartamento que vale R$ 300 mil poderia ter valor mensal de aluguel de R$ 1.500. Segundo o professor William Eid, coordenador do Centro de Estudos de Finanças da FGV, o movimento de migração para imóveis é comum em economias desenvolvidas, como Europa e Estados Unidos, onde os juros muito baixos estimulam a diversificação em investimentos desse tipo.

“Imóvel compõe portfólio de investimentos no mundo todo. A gente passou por momentos de crise que deturparam a visão”, afirma Daniel Varajão, planejador financeiro pela Planejar, associação de profissionais do setor. Com juros elevados, como os 14,25% -ou 1% ao mês- que o Brasil viveu há poucos anos, ter dinheiro imobilizado em um imóvel e rendendo a metade do que o obtido em investimentos de pouco risco não fazia muito sentido, do ponto de vista financeiro. Os riscos desse mercado, como vacância, custos de manutenção e a necessidade de manter o valor do bem imobilizado, no entanto, persistem. Varajão se apropria de um conceito de contabilidade para alertar sobre os riscos do investimento mesmo no cenário de juros baixos. “Ativo é aquilo que gera receita, não despesa.” Portanto, não faz sentido entrar em um financiamento imobiliário e pagar juros para ter um imóvel para alugar no futuro.

Da mesma forma, o imóvel gera despesas -como custos de manutenção, que ficam sob responsabilidade do proprietário mesmo que esteja alugado- que precisam ser incluídas no cálculo de rentabilidade. Há ainda a baixa liquidez -a demora em vender o imóvel se precisar de dinheiro. “As pessoas reaprenderam o que é uma reserva de capital. Não se torra esse dinheiro de uma hora para outra”, diz o advogado Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP (sindicato que representa o setor imobiliário).

Eid, da FGV, lembra ainda que nada de concreto mudou no cenário econômico do país e que, por enquanto, juros e inflação em baixa refletem expectativas. Por isso, comprar imóveis agora em que a economia ainda se recupera lentamente pode ser arriscado. Ele acrescenta que, apesar de haver uma percepção de que brasileiros estão mudando hábitos de investimento, isso não se reflete na massa de aplicações. O Tesouro Direto divulgou que o número de investidores ativos na plataforma subiu 35% em 12 meses até novembro, para 752 mil pessoas. Essa massa, porém, é uma fração dos mais de 100 milhões de poupanças do país e da estimativa de 8 milhões de investidores que aplicam via fundos. O professor diz ainda que uma pesquisa feita na FGV mostrou que o brasileiro tem, em média, R$ 2.000 na poupança. O valor é equivalente à renda média mensal, o que significa que quase não há poupança. E esse valor não muda de aplicação. “Essas pessoas estão muito bem enquadradas na base da pirâmide, e nesse patamar o investimento é de proteção contra a pobreza. Elas não estão preocupadas com rentabilidade, mas com a segurança”, afirma Eid. “Por isso ficam na poupança e imóvel com rendimento péssimo”, complementa.

No caso dos imóveis, há ainda a segunda fonte de renda, que também funciona como uma garantia, lembra Varajão, da Planejar. Eid questiona ainda o crescimento do número de investidores na Bolsa. Segundo a B3, o país tinha 813 mil investidores, mas o dado tem sobreposição de CPFs. Se um mesmo investidor tem conta em duas corretoras, ele é contado duas vezes. “Em 2012 fizemos um estudo com declarações de Imposto de Renda dos candidatos. O percentual do patrimônio deles investido em Bolsa era de 0,29%”, diz o professor da FGV. Com esse exemplo, que tende a pegar uma fatia da população com renda mais elevada que a média, ele ilustra quão baixa é a disposição dos brasileiros à diversificação e ao risco.

Como planejador financeiro, Varajão é menos cético e vê entre investidores maior disposição à diversificação. Ele defende que aplicações em Bolsa deveriam levar em consideração a fase de vida e o apetite a risco, mais do que o valor que o investidor tem para aplicar. “A gente veio de um histórico de juros altos. Quem vai fazer qualquer outro investimento se tem 1% ao mês de ganho com baixo risco? O juro alto reprime investimento nas outras classes de ativos. Quando o BC mantém juro baixo por período longo, mesmo quem não tem conceitos financeiros arraigados procura mais rentabilidade”, afirma.

 

FONTE: Folha de São Paulo

Para 50% dos brasileiros, localização é prioridade ao alugar um imóvel

Assim como os mexicanos e equatorianos, para metade dos brasileiros a localização é o principal fator considerado na hora de alugar um imóvel. O dado vem de um estudo feito pelos portais Imovelweb e Wimoveis, e tem como proposta identificar as percepções do consumidor brasileiro.

O Grupo Navent também realizou a pesquisa em outros quatro países da América Latina: México, Peru, Equador e Panamá. Além da localização, 20% dos brasileiros consideram principalmente os gastos e 10% o preço da residência.

A mesma pesquisa mostra que o Brasil é o país no qual mais pessoas aceitariam dividir a moradia para poupar recursos e diminuir gastos, cerca de 67% enquanto nos outros país o número beira os 30%. No Equador, inclusive, a rejeição de dividir o imóvel chega a 85%.

Do mesmo modo, os brasileiros estão mais propensos a reformar um imóvel alugado (100% das respostas foram positivas). Nos outros países, a porcentagem não chega a 40%.

O aluguel de apartamentos, no entanto, está mais presente nos outros países. 72% dos peruanos responderam já ter alugado um apartamento, enquanto que no Brasil esse número cai para apenas 30%.

O levantamento também revelou que 87% dos brasileiros já tiveram animais de estimação em casa, em sua maioria cachorros. No entanto, 37% teve dificuldade para encontrar locais com filosofia pet friendly. Esta é a menor taxa: no Equador e no México, a porcentagem de pessoas que tiveram dificuldade em residências locais que aceitassem animais chegou a 73%.

Fonte: InfoMoney, Mariangela Castro, Imóveis, 2/01/2019


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