Categoria: Mercado

Família que ganha até um mínimo terá custo zero para comprar sua casa

Programa Minha Casa Minha Vida será desmembrado para beneficiar pessoas de baixíssima renda

Rio – A proposta de desmembramento do programa habitacional Minha Casa Minha Vida, anunciado ontem pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, vai viabilizar 100% do valor do imóvel para as famílias sem acesso ao mercado formal imobiliário. Com o projeto, as pessoas com renda de um salário mínimo (R$998) terão a chance de ter subsídio integral da União e custo zero para adquirir a moradia. Atualmente, a faixa mais baixa atende famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil. Além do patamar de baixíssima renda, o programa teria apenas mais um nível: de baixa e média renda. O ministro também anunciou uma ‘poupança imobiliária’, no qual as famílias moram na unidade e pagarão uma espécie de aluguel.

De acordo com Canuto, dentro das duas novas faixas apresentadas, cada programa terá subdivisões. No caso da baixíssima renda, serão atendidas pessoas sem acesso ao crédito imobiliário; afetadas por situações de emergência ou calamidade pública; e também por intervenções de obras federais. Há casos, ainda, que a família não será dona do imóvel, na modalidade de ‘Serviço de Moradia Social’. Ela poderá morar no local, mas sem direito à propriedade.

Já na faixa de baixa e média renda, a medida será adotada para as famílias com renda bruta mensal de dois (R$1.996) até  sete salários mínimos (R$ 6.986), com financiamento ou por modalidade chamada de ‘Poupança habitacional’. A primeira oferecerá subsídio e taxas de juros especiais, de forma semelhante a que ocorre atualmente nas faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida. Os detalhes das condições estão em debate com o Ministério da Economia e com a Caixa Econômica Federal.

A poupança imobiliária funcionará como aluguel. As famílias deverão fazer depósito mensal para o governo. “No fim de determinado período – ainda em estudo -, o morador poderá usar o recurso na quitação do saldo para adquirir o imóvel ou terá opção de compra em outro local, caso queira mudar”, disse Canuto.

Investimentos no setor

Para o vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi-Rio), Leonardo Schneider, o financiamento de 100% para famílias de baixíssima renda trará novos investimentos para o setor.

“Com o anúncio, há expectativa de mais investimentos e de movimentação para o mercado. É claro, que, ainda, a possibilidade de reduzir o déficit habitacional no país, com oportunidades para parcela da população que não tem acesso à moradia”, afirma o presidente do Secovi.

Além disso, a divisão do programa em dois subgrupos pode trazer vantagens, segundo Schneider. “A separação possibilita maior foco das construtoras e segmentação de imóveis para cada perfil”, explica Schneider.

FONTE: O Dia

Caixa anuncia medidas para o crédito imobiliário

Banco reduz taxa de juros e apresenta novas alternativas para renegociação de dívidas do financiamento habitacional

A CAIXA anunciou, nesta quarta-feira (05), a redução de até 1,25 p.p. nas taxas de juros para operações pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e divulgou também novas alternativas para renegociação de contratos habitacionais para pessoa física. O foco são as dívidas em atraso.

A taxa mínima para imóveis residenciais enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) será de 8,5% a.a. e a máxima de 9,75% a.a. As novas taxas já começam a valer na próxima segunda-feira, 10 de junho.

De acordo com o presidente da CAIXA, Pedro Guimarães, a redução das taxas de juros do crédito imobiliário facilita o acesso à casa própria. “Além de ampliar a oferta de crédito imobiliário em condições competitivas de mercado, a redução dos juros demonstra nosso compromisso com as melhores condições de financiamento para as pessoas e colabora para a retomada de investimentos no setor, com a criação de empregos, mais renda e aquecimento da economia”, afirma.

Renegociação Habitacional

Os clientes pessoa física da CAIXA também terão novas alternativas e facilidades para regularização de dívidas do financiamento imobiliário. A renegociação atinge cerca de 600 mil famílias e deve beneficiar 2,3 milhões de pessoas.

Segundo Pedro Guimarães, a CAIXA preparou novas condições para os clientes regularizarem as dívidas dos contratos habitacionais em atraso. “Entendemos que os brasileiros passaram por situações difíceis nos últimos anos e, diante disso, estamos oferecendo uma oportunidade para que possam regularizar os pagamentos, adequar os compromissos e manter o equilíbrio financeiro familiar”, diz o presidente.

Para os contratos de financiamento habitacional serão oferecidas diferentes opções de negociação da dívida, com destaques para:

  • Pagar à vista um valor de entrada e incorporar as parcelas atrasadas nas próximas prestações a vencer até o fim do prazo contratual.
  • Utilização do saldo da conta vinculada do FGTS para reduzir o valor da prestação, conforme regras do Fundo.
  • Alteração da data de vencimento da prestação.
  • O cliente que não se enquadrar nos critérios anteriores pode procurar uma agência da CAIXA para verificar a possibilidade de um acordo.

As condições de renegociação oferecidas dependem da situação do contrato, tais como valor contratado, valor da garantia, cota de financiamento e quantidade de prestações já pagas.

Essa ação é para todo o território nacional e os clientes poderão receber atendimento pelo telefone 0800 726 8068 opção 8, pelo site www.caixa.gov.br/negociar, nas redes sociais da CAIXA no Facebook (facebook.com/caixa) e Twitter (twitter.com/caixa), App CAIXA Habitação, Internet Banking CAIXA (IBC), além das agências.

A alternativa, abaixo, é uma simulação da retomada do fluxo financeiro do cliente com as novas medidas de renegociação.

Exemplo:

Pesquisa sobre mercado imobiliário da Barra mostra dados positivos

Na última quinta-feira, 28 de março, o Secovi Rio promoveu o evento de lançamento do “Cenário do Mercado Imobiliário da Barra da Tijuca e Adjacências” na WeWork Barra. O evento contou com a participação de 80 pessoas, dentre elas Presidente da ABADI, Carlos Samuel de Oliveira Freitas, e o Vice-Presidente da Riotur, Lucio Macedo.

A abertura ficou por conta do Vice-Presidente Administrativo e Financeiro do Secovi Rio, Ronaldo Coelho Neto, que explicou o porquê de o material do Cenário não ser mais impresso. Por uma medida de sustentabilidade, o Sindicato reduziu as impressões de todas as publicações que agora poderão ser baixadas via QR code.

Em seguida, o Vice-Presidente do Secovi Rio, Leonardo Schneider, iniciou a apresentação do painel “Perspectivas para o mercado imobiliário na região da Barra da Tijuca”, onde apresentou os dados da pesquisa realizada pelo CEPAI, departamento do Secovi Rio que realiza análises estatísticas do mercado imobiliário.

De acordo com o documento, o preço médio do metro quadrado do apartamento-padrão para locação na região valorizou de uma forma geral: na Barra da Tijuca o percentual subiu 0,5% em relação a 2017; no Recreio dos Bandeirantes a valorização foi de 0,2%; e em Jacarepaguá a variação foi de -1,4%, uma desvalorização muito menor do que a praticada entre janeiro de 2017 e março de 2018, de -9,45%. Portanto, os dados indicam que o mercado imobiliário está caminhando para a tão esperada retomada.

A segunda apresentação do dia foi sobre a evolução da Barra da Tijuca nos anos de 2011 a 2018 sob a perspectiva dos lançamentos imobiliários. O painel “A evolução do estoque na Grande Barra nos últimos anos” foi apresentado pelo Diretor Executivo, Alexandre Fonseca, e com o Coordenador de Inteligência de Mercado, Felipe Macedo, ambos da Tegra Incorporadora.

O evento ainda contou com os patrocínios das empresas Haganá e Alterdata. Clique aqui para ver a cobertura fotográfica.

Para mais informações entre em contato pelo e-mail: cepai@secovirio.com.br


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