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Reajustes menores nas contas de luz do Rio: na Light será de 8,8% e na Enel, de 7,3%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira, uma revisão do reajuste nas contas de luz dos consumidores do Rio de Janeiro, anunciados há duas semanas. Os valores ficarão mais baixos. Agora, os clientes residenciais da Light terão uma alta de 8,8% nas tarifas neste ano. Já os consumidores da Enel Rio (antiga Ampla) passarão por um reajuste de 7,3% nas contas em 2019.

Há 15 dias, a Aneel havia aprovado uma alta de 11,52% para a Light e de 9,72% para a Enel. Os valores ficaram menores depois que o órgão anunciou, na semana passada, ter fechado um acordo com oito bancos públicos e privados para tentar aliviar as tarifas de energia. Os novos números começam a valer em 1º de abril.

Esse acordo permitiu antecipar para este ano o pagamento total de um empréstimo bilionário cujos custos estavam embutidos na conta de luz. Com isso, foram retirados R$ 6,4 bilhões das tarifas, com impacto direto para os consumidores.

Mesmo menor, o reajuste na conta para o consumidor fluminense ficará acima da inflação. O índice oficial, medido pelo IPCA, acumula alta de 3,89% em 12 meses, segundo o IBGE. Em uma década, a tarifa de energia do carioca mais que dobrou.

Quando a conta chega ao consumidor, ele paga pela compra da energia (custos do gerador), pela transmissão (custos da transmissora) e pela distribuição (serviços prestados pela distribuidora da localidade), além de subsídios e impostos. O empréstimo embutido era um dos componentes da tarifa.

Fim de empréstimo

O empréstimo foi feito para ajudar as distribuidoras a pagar pela compra de energia ao longo de 2014, em meio a uma baixa histórica no volume dos reservatório das hidrelétricas, e evitar um reajuste muito elevado para os consumidores de uma só vez. A intenção, naquele momento, era diluir os valores ao longo dos anos. Os financiamentos foram tomados com um consórcio de 13 bancos e somaram R$ 21 bilhões, em números da época, sem contar os juros.

Três operações foram acordadas — em abril e agosto de 2014 e fevereiro de 2015. Na época, ficou decidido que os valores necessário para quitar a dívida seriam repassados às tarifas entre novembro de 2015 a abril de 2020. A Aneel conseguiu, agora, antecipar a quitação do empréstimo e reduzir o montante a ser pago pelos consumidores. A dívida atual soma R$ 8,8 bilhões.

Fonte: Jornal Extra

Conta de luz da Light ficará 11,45% mais cara

Os clientes residencias da Light no Rio vão pagar mais caro pela tarifa da conta de luz a partir da próxima sexta-feira, dia 15 de março. A energia elétrica ficará 11,45% mais cara para os consumidores atendidos pela empresa. O reajuste foi anunciado nesta terça-feira pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A companhia atua em 31 municípios do Estado do Rio de Janeiro e fornece energia a mais de 10 milhões de pessoas.

De acordo com a concessionária, a partir de sexta-feira os clientes residenciais atendidos na baixa tensão terão aumento de 11,45%na tarifa, enquanto que os demais consumidores da baixa tensão (comerciais, Iluminação Pública e os que vivem em áreas rurais) vão arcar com aumento de 11,60%, 11,53% e 21,09%, respectivamente. Já para os clientes abastecidos em alta tensão (grandes indústrias, por exemplo), os percentuais médios vão variar entre 7,23%% e 12,33%.

A Light explicou que até 14 de março, dia anterior ao reajuste, os clientes serão cobrados pela tarifa antiga, que será reajustada a partir do dia seguinte. Tendo como exemplo, em uma conta de energia com medição de consumo até 20 de março, o consumidor observará que, até quinta-feira, o valor a pagar será correspondente ao da tarifa anterior e, nos 6 dias seguintes, à nova que foi corrigida.

Fonte: O Dia/ Economia

Bandeira tarifária da conta de luz continua verde em março

A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz em março será verde, ou seja, sem custo extra para os consumidores, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A bandeira verde é aplicada desde dezembro do ano passado.

Em nota, a Aneel diz que, apesar da pouca ocorrência de chuvas em janeiro, “o nível de produção da energia hidrelétrica no país ainda se mantém elevado”, o que garante a manutenção da bandeira verde.

O sistema de bandeiras tarifárias, criado pela Aneel, sinaliza o custo real da energia gerada. As cores verde, amarela ou vermelha, nos patamares 1 e 2, indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Segundo a Agência, com as bandeiras, a conta de luz ficou mais transparente e o consumidor tem a melhor informação, para usar a energia elétrica de forma mais eficiente, sem desperdícios.

Combate ao desperdício

A Aneel alerta que mesmo com a bandeira verde, é necessário manter as ações relacionadas ao uso consciente e ao combate ao desperdício.

Algumas dicas são: tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos; não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado; só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário; utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas e apagar a luz ao sair de um cômodo.

Mais dicas estão disponíveis no portal da Aneel.

Fonte: Agência Brasil


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