Infiltrações em condomínios

Seja pelo desgaste natural, causado pelo tempo, chuvas e incidência de luz solar, seja pela movimentação de veículos em lajes impermeabilizadas, ou por causa do crescimento de raízes de árvores e plantas, a infiltração é um problema recorrente em condomínios.

Utilizar materiais de qualidade não sana eventuais problemas: todo material tem vida útil, e manutenções são essenciais – e claro, devem ser feitas por empresas e profissionais especializados.

Apenas estes podem medir com eficácia o grau de comprometimento do acabamento e/ou estrutura e propor soluções (em forma de projetos) para conter vazamentos, observar e detectar pontos de umidade e determinar os materiais adequados.

Condomínios que fazem as inspeções prediais em dia têm mais chances de detectar os problemas de forma mais rápida e assim minimizar os prejuízos.

Quer saber mais sobre este assunto? Confira estes links que separamos para você:

Centro do Rio passa por crise sem precedentes

Muitos são os problemas da região central da cidade do Rio

O Centro da Cidade do Rio de Janeiro vive uma das suas piores fases. Depois de um boom de crescimento com o advento do Porto Maravilha, a região passou por maus bocados nos últimos anos e as conseqüências ruins estão pelas ruas. É nítido.

Muitos imóveis vazios, moradores de rua, insegurança, patrimônio histórico sendo destruído, insegurança para novos investimentos por conta da grave crise econômica são alguns dos problemas mais evidentes.

•     Foto Cleomir Tavares / Diario do Rio

•     Foto Cleomir Tavares/Diário do Rio

•     Foto Cleomir Tavares/Diário do Rio

•     Foto Cleomir Tavares/Diário do Rio

•     Foto Cleomir Tavares/Diário do Rio

Segundo a Associação Brasileira de Administradores de Imóveis (ABADI), desde março de 2020, no início da pandemia, até o final do ano passado, 45% das lojas, escritórios e salas comerciais estão vazios. O nível de vacância é tão grande que quase supera o desastre do mercado de escritórios da Barra da Tijuca, onde proprietários chegam a oferecer 4 anos de carência para alugar suas salas.

Há poucos dias, o DIÁRIO DO RIO publicou uma matéria sobre os imóveis vazios do Centro da Cidade. “O Centro do Rio tem um enorme número de funcionários públicos, municipais, estaduais e federais. A maioria deles está ainda em home-office, e isto diminui drasticamente o tráfego e o número de consumidores, sem contar a ausência de grande parte dos trabalhadores de empresas privadas”, disse Lucio Pinheiro, Diretor de Locações da Sergio Castro Imóveis.

Embora estejam acontecendo ações para solucionar o problema, o número de pessoas morando nas ruas é muito grande. Esse é outro ponto que vai precisar de ações mais eficazes do Poder Público. Bem como a questão da segurança. Os furtos e outros crimes ainda preocupam na região, como mostramos nessa matéria do final de janeiro.

Os danos ao patrimônio histórico também são uma infeliz e constante realidade. O DIÁRIO DO RIO relata constantemente roubos de estátuas, por exemplo. Algumas até bem grandes.

“A causa principal da crise do Centro do Rio não é a pandemia e sim a desordem pública, na falta de conservação, na crise econômica aguda, enfrentada pela cidade há mais de cinco anos. Só com a presença do Estado, segurança e ordem pública é que as pessoas vão querer vir morar e trabalhar nessa região, que é o coração cultural do país”, afirma o empresário do ramo imobiliário Claudio Castro, que sugeriu que a Prefeitura carioca crie um gabinete de crise e promova a interação com os agentes econômicos que acreditam no desenvolvimento da região.

No último dia 26 de janeiro, o prefeito Eduardo Paes lançou o plano Reviver Centro, que visa estimular a recuperação social, econômica e urbanística do Centro do Rio através da permissão de novos usos para fomentar a construção de novas moradias e, também, o retrofit de prédios comerciais, transformando-os em edifícios residenciais ou mistos.

Um dado importante e desconhecido de muitos é que os prédios comerciais moderníssimos que foram erguidos na região do Porto Maravilha, principalmente entre a Cidade do Samba e a Avenida Rio Branco, já estão praticamente todos alugados. A ocupação de prédios como o Aqwa e o Vista Guanabara chega aos 90%, o que mostra a preferência das empresas que buscam maiores espaços pela região do Porto e pelos prédios mais novos.

Ainda em clima de Carnaval, a luta inicial é para que o Centro agonize, mas não morra, assim como o samba.

Diário do Rio

Decreto 48644: Prorrogação – Expediente Atlântida

Prezado (a) Cliente

O Decreto 48644, com vigência inicial entre os dias 26 de março e 04 de abril, foi prorrogado até o próximo dia 8, quinta-feira.

Com essa prorrogação, pedimos sua especial atenção às informações abaixo:

De 05 a 08 de abril: expediente de 8:30 às 17h, nas seguintes condições:

 . Equipe reduzida e em rodízio. A maior parte dos colaboradores não trabalharão também nesses 4 dias.

. Não haverá qualquer atendimento presencial e telefônico.

. Pagamentos a fornecedores e prestadores de serviço somente na modalidade eletrônica.

Já as medidas da prefeitura para combate à pandemia que afetam os condomínios não sofreram qualquer alteração com esta prorrogação, permanecem as regras que postamos dia 25 de março aqui em nosso blog, matéria Decreto 48644 – Rotina Condomínios.

Agradecemos como sempre a compreensão e colaboração de todos.

Atlântida Administradora


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