Índice que corrige contratos de aluguel, IGP-M acumula 11,09% em 12 meses

Diante da pressão generalizada dos preços no atacado e no varejo, o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) ficou em 0,82% em maio, acelerando com força frente ao 0,33% registrado em abril. Em igual mês do ano passado, a taxa ficou em 0,41%. Nos doze meses encerrados em maio, a alta foi de 11,09%. No acumulado do ano, a taxa é de 4,15%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral, acelerou 0,98%. No mês anterior, a taxa foi de 0,29%. O índice relativo a bens finais variou 0,21% em maio, recuando frente ao 0,30% de abril.

Contribuiu para esta queda o subgrupo bens de consumo não duráveis, exceto alimentação e combustíveis, cuja taxa de variação passou de 1,51% para 0,98%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,22%. Em abril, a taxa foi de 0,37%.

Já o índice referente ao grupo bens intermediários registrou alta de 0,38% ante recuo de 0,94% em abril. O principal responsável por este avanço foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura, que passou de -1,69% em abril para 0,71% em maio. O índice de bens intermediários, calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 0,45%, ante baixa de 1,03%, em abril.

No estágio inicial da produção, o índice do grupo matérias-primas brutas avançou 2,64%, em maio. Em abril, o índice registrou 1,78%. Os itens que mais contribuíram para este aumento foram: soja em grão (de -1,59% para 12,38%), aipim (-12,71% para -9,80%) e milho em grão (7,59% para 7,93%). Entre os que caíram, destacam-se: laranja (15,20% para 0,85%), bovinos (0,01% para -2,28%) e cana-de-açúcar (2,97% para 0,36%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30% no índice geral, registrou aceleração de 0,65%, em maio, ante 0,39%, em abril. Cinco das oito classes de despesas analisadas subiram na passagem do mês. A principal contribuição veio do grupo habitação, que passou de deflação de 0,28% para alta de 0,38%.

Nesta classe de despesa, a tarifa de eletricidade residencial passou de -3,65% para 0,41%. Também apresentaram acréscimo os grupos saúde e cuidados pessoais, que passou de 1,33% para 2,21%; despesas diversas, com um salto de 0,33% para 2,44%; vestuário subiu de 0,37% para 0,64%, enquanto comunicação foi de 0,18% para 0,29%.

MEDICAMENTOS E CIGARROS EM ALTA

Os destaques individuais ficaram com medicamentos em geral, que passaram de alta de 3,15% para 6,20%; cigarros, com salto de 0,40% para 5,88%; calçados, que passaram de deflação de 0,43% para uma alta de preços de 0,36%; e tarifa de telefone residencial, que também passou de queda, de 0,53%, a uma alta, de 0,22%.

Em contrapartida, transportes (0,33% para – 0,13%); alimentação (0,85% para 0,77%) e educação; leitura e recreação (-0,07% para -0,13%) registraram queda em suas taxas. Os destaques nestas classes ficaram, respectivamente, com etanol (-1,39% para -6,89%), carnes bovinas (-0,08% para -1,51%) e show musical (0,84% para -1,94%).

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em maio, 0,19%, abaixo do resultado de abril, de 0,41%. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços variou 0,04%. No mês anterior, a taxa foi de 0,29%. O custo da mão de obra subiu 0,32%, abaixo do 0,52% do mês anterior.

O índice da Fundação Getulio Vargas (FGV) é o mais usado nos reajustes de contratos de aluguel no país. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência e é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis.

(O Globo)

 

UpCycle: como dar novas utilidades a materiais já usados?

Todo o mundo, literalmente, já está cansado de ouvir falar sobre a reciclagem, né?! Mas o que muita gente ainda não conhece é o UpCycle. E você, já conhece esse conceito? Continue acompanhando o post e já já saberá mais sobre isso!

Bom, sabemos que a reciclagem transforma resíduos em matérias-primas para serem feitos outros produtos. O que acontece é que, quando passa por essa transformação, o resíduo perde valor, tornando-se uma matéria-prima de segunda mão. Aí são feitos produtos que, muitas vezes, o consumidor nem dá tanta atenção, não é verdade?!

Isso não quer dizer que a reciclagem seja algo ruim, muito pelo contrário! Temos muitas provas de que é algo bom para o meio-ambiente, porém, não é tão eficaz quanto poderia ser no que diz respeito à sociedade do consumo na qual vivemos.

Então, não seria ótimo transformar resíduos, só que, ao invés deles perderem valor com todo o processo, eles ganharem mais valor?! Essa é a ideia por trás do UpCycling.

O conceito é reaproveitar algo, de forma que seu produto final agregue valor ao material utilizado. Simples, não?!

Vamos ver um exemplo claro da diferença entre a reciclagem e o UpCycling: na reciclagem, uma garrafa de vidro é moída, gastando energia, para gerar matéria-prima para produzir uma nova garrafa, ou outro material, feito com o vidro reciclado. No UpCycling, por sua vez, aquele material que seria descartado, ganha uma ‘sobrevida’, evitando a extração de recursos naturais.

A utilização do processo de UpCycling vem aumentando em decorrência da redução dos custos nas produções. Então, as indústrias da arte, moda e decoração estão, cada vez mais, utilizando essa técnica.

Todo mundo conhece, tem ou pratica alguma forma de UpCycling. Mesmo sem saber! Quer ver?! Confira alguns exemplos do UpCycling:

● Potes de sorvetes que passam a armazenar outros alimentos ou até se tornam caixas de joias e outros objetos, com um pouco de criatividade.

● Copos de requeijão, que passam a ser usados como copos da casa.

● Reutilização de madeiras de demolição para decoração da casa ou produção de móveis rústicos, transformando-se em artigos de luxo.

Viu como não é nada de outro mundo e muito mais comum do que você pensa?! 😉

Encontro de Síndicos 2016 – Impactos do Novo Código de Processo Civil nos Condomínios

Esse post é especial para os Síndicos:

No dia 24 de maio vai acontecer o Encontro de Síndicos, sobre o tema “Impactos do Novo Código de Processo Civil nos Condomínios”, com patrocínio da Atlântida.

Vai ser no Auditório da Bolsa de Valores, que fica na Praça XV, nº 20, no Centro do Rio, das 9h às 18h. As inscrições estão abertas e podem ser feitas aqui: http://abadi.com.br/site/inscricao

Nos vemos por lá!

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